sábado, 12 de janeiro de 2019

Sabes que essas palavras são para ti.
Foste pez, mas não do mais doce aquário.
Perdão.
Meu melhor varia.
Meu melhor não foi o suficiente.
Mas fiz o melhor.
Perdão.

Sei bem. Escrevo para mim. Como sempre.
Mas preciso dizer.
Sinto muito. Perdão. Sou grata. Eternamente.
Little one, I love you. And I am selfish. But this I promise you. I promise myself. I will do better. I will get better. I will love myself better. I will find my courage and strength.

Vou conseguir ser genuinamente útil?
Certamente tentarei. Chega de gastar a vida toda a flutuar e sufocar.

sábado, 15 de agosto de 2015

Fucking neurotransmissores.

Quis pelo menos uma vez postar bêbada. Me conforta saber que ninguém vai ler. Que ninguém se importa. Voltei dum buteco extremamente tosco e sincero. Ouço agora músicas que falam comigo.  Ah, Ana. Tenho o lábio superior cortado pelos dentes de um alguém que não acreditou que eu não prestava. As mãos cortadas pelos incisivos inferiores de um natimorto. Que não chegou a nascer. Numa sexta feira infernal que já virou sábado. Catuaba, cerveja, uísque e muita vontade de sumir. Sorte. Poderá essa hipnose um dia deixar de ser fuga?

sábado, 9 de maio de 2015

Algumas belas epifanias nessa cotidiano que achamos tão relevante

- achar um ingresso de cinema para o filme "mesmo se nada der certo". Lembrar quem foi minha companhia naquele dia

inevitável sorriso gostoso

oscilação eterna. navio em alto-mar.

domingo, 19 de abril de 2015

mal-entendido

Eu passei uma ideia que não queria. Minhas palavras não transmitiram direito a mensagem. Reação em cadeia, não há volta, não há como desfazer o que passou. Mas há compaixão. Há vontade de não fazer mal. Do fundo, do fundo, do fundo do meu coração, espero que fiquemos bem. Mas tenho que admitir que ainda me assalta o medo de me afastar. Ainda tenho apego. Ainda estou confusa e tenho minhas limitações. Ainda há tristeza. Mas vou me esforçar para melhorar, sem me flagelar mais tanto. Novamente, preciso parar de me diminuir, isso não faz bem algum.

Minha liberdade termina onde...

Eu nem sei como começar. Machuquei alguém que me é caro. Eu precisava abrir meu coração, meus pensamentos, mas, de forma realmente inédita, começo a me arrepender do que fiz. Ou não. Fico indo e vindo. Ao mostrar meu ponto de vista, ele passou a se sentir mal pelo que tinha feito. E não sei, não sei, não sei. Não quero me afastar, mas não quero que minha presença traga dor.

I am numb now, mas sei que as emoções vão voltar, overflowing e inundando-me completamente. Como faço? para transformar isso em energia positiva? Para não causar mal? É um esforço e um exercício muito difícil não deixar-me levar pelos meus egoísmos, tentar balancear o efeito que tenho nos outros. I'm trying to move deeper, to be helpfull. Superar essas correntes. Conseguirei?

quinta-feira, 9 de abril de 2015

ano novo ou passagem de um diário antigo #7

Tive 1 mês de felicidade receosa e falling in love kindly. Aí um ano novo fudeu tudo e mostrou minha fragilidade diante de algo tão reluzente.

no one can take that away from me

hoje me peguei pronunciando a seguinte frase, no carro voltando do dia raso: "I'm really trying, no one can take that away from me"
Quase um choque. Exemplo raríssimo de auto compaixão no meu repertório.

Mas... é tão difícil. Ser quem quero ser. Menos mesquinha, menos angustiada, menos agoniada, menos....egoísta.
Releio meus escritos e percebo o quanto são repletos de self-loathing, apego, rancor, remoeções...

Meu último post mesmo, carregado de tristeza e franqueza e, sim, eu sei, ego ferido.

É muito dolorosa a rejeição. É muito doloroso o apego. É muito doloroso me descobrir fraca, sozinha e pointless. I don't know where I'm going. I don't know where I wanna be. Just not here, inside my head.

I can't seem to be able to stop weeping

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Você finge que está tudo bem e eu finjo que acredito

Como deve ser? Dar tão pouco valor às palavras? Ser tão simples fazer promessas vazias?
Como pode? Falar as coisas tão banalmente? "Estou com saudade"; "Quero te ver"; "Vou fazer isso/aquilo" over and over - e nada acontece.
Machuca.
Como pode o que alguém diz tão convictamente querer/ser divergir tanto do que essa pessoa faz?

Palavras para mim não são vento, não são leves. Palavras para mim são representação of oneself; se elas são tratadas levianamente, displicentes, dissimuladas, da boca pra fora... o que dizer então de quem as proferiu?

Machuca. Descaso. Omissão.

Dói - de novo. My hands are tied - de novo. Tudo acontecendo - de novo. Sempre deixando a saída bem à vista.

Subterfúgios.

domingo, 8 de março de 2015

quarta-feira, 4 de março de 2015

colorblind

When all you do is watching time pass you by, when you can find all the right words to everyone else except you, when you feel your will fading away like blood in the rain....
There's no courage, everything tastes grey.